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SINASEFE-SEÇÃO SÃO PAULO

#IFSPResiste contra a divisão do Instituto Federal de São Paulo

10.12.2018

A assembleia realizada no dia 04 de dezembro aprovou uma ampla campanha contra a divisão do Instituto Federal de São Paulo. Compreendemos que anúnicio realizado pelo ministro da Educação, Rossieli Soares, durante a cerimônia de entrega e assinatura da ordem de serviço do prédio que abrigará o futuro Câmpus São José do Rio Preto, que o Estado de São Paulo receberá duas novas reitorias, sendo uma em São José do Rio Preto e outra em Campinas,  não se trata de uma iniciativa isolada, mas sim a execução de um projeto de desmantelamento das instituições públicas.

 

Não existe desenvolvimento sem investimento em ensino e pesquisa. E o Instituto Federal de São Paulo não pode pagar a conta pela má gestão, incompetência e irresponsabilidade do governo. Além disso, não podemos deixar de nos manifestar politicamente em relação ao que vem ocorrendo em nosso país, não apenas no que se refere à educação pública em geral, como também em relação aos sucessivos cortes à pesquisa e à tecnologia.

 

A criação de novas Reitorias não virá com a garantia de maior investimento, pois é justamente o contrário disso que vem ocorrendo, tanto através do congelamento dos investimentos públicos nos próximos 20 anos (Emenda Constitucional n. 95) quanto da redução orçamentária vivida por toda a rede federal e todos os campus do IFSP.

 

É fundamental compreender a natureza e o objetivo da divisão, para tomarmos conjuntamente as corretas conclusões e organizar a resistência contra qualquer medida que represente um ataque à autonomia universitária, além da defesa incondicional do tripé ensino, pesquisa e extensão.

 

O Sinasefe-SP promoveu debates e assembleias sobre o tema da divisão do IFSP durante o ano de 2018. O acúmulo do debate promovido nas instâncias da comunidade acadêmica é que esse projeto significará a precarização das condições de ensino, pesquisa e extensão e agravará os nossos problemas administrativos. 

 

Teríamos ainda mais dificuldades para manter as conquistas dos técnicos-administrativos e docentes tendo que negociar com três Reitorias diferentes. Sem contar que os novos reitores seriam nomeados pelo MEC e não eleitos pela comunidade. 

 

Alguns gestores parecem não se preocupar com as consequências dessa divisão e preferem entrar no jogo e de forma velada ou explícita apoiar a divisão. No fim das contas, as práticas desse governo mostram que não é possível ter nenhum tipo de garantia ou negociação.
 
Caso o projeto seja implementado, vamos iniciar uma greve de resistência. Trata-se agora do reconhecimento de que precisamos enfrentar de forma mais transparente um projeto de Educação em nosso país. E esse projeto tem de pertencer ao debate público de todos nós: Instituto Federal e sociedade. Não podemos nos silenciar diante disso. Que nós, da comunidade acadêmica, estejamos todos nesse enfrentamento, pensando estratégias de ampliarmos esse debate junto à população.

 

Não aceitaremos que esse governo destrua nossa instituição e nossas conquistas! 

 

 

 

 

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