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SINASEFE-SEÇÃO SÃO PAULO

SINASEFE-SP TAMBÉM GRITA CONTRA O ASSÉDIO

05.10.2017

 

Mulheres gritam contra o assédio na #PaulistaAberta

No domingo, dia 8 de outubro, diversas mulheres lançarão o movimento ENTÃO EU GRITO, com o objetivo de combater o assédio sexual sofrido no dia a dia, seja no transporte público, dentro de casa ou em qualquer outro espaço. Para debater o tema e convidar outras mulheres a participarem, será realizado um encontro na Avenida Paulista, a partir das 13h, com rodas de conversa, pocket shows e intervenções culturais.

As cantoras Ana Cañas, Aíla e BrisaFlow, a ativista Monique Evelle, a nadadora Joanna Maranhão, a escritora Clara Averbuck e o Slam das Minas - SP já confirmaram presença no ato, que contará também com diversas outras mulheres de luta.

PROGRAMAÇÃO

13h00 - Intervenção artística
14h00 - Ato-debate-pocket sobre assédio
16h00 - Lançamento da Campanha "Então, eu grito!"
17h00 - Pocket show: (a definir artista)
18h00 - Encerramento

SERVIÇO
Lançamento do Movimento ENTÃO EU GRITO
Data: 08/10
Horário: Das 13h às 18h
Local: Avenida Paulista - Local a ser definido
Gratuito

SOBRE O MOVIMENTO ENTÃO EU GRITO

O movimento surgiu após os relatos de assédio sexual no transporte público, como o caso do homem que ejaculou em uma mulher dentro de um ônibus de São Paulo e foi liberado horas depois. O fato mostra claramente o que mulheres sofrem diariamente e a falta de suporte de leis que possibilitem sua proteção e as inibem de denunciar, além do tratamento adequado dos abusadores. Sem esse suporte, a saída é agir, promovendo desde campanhas de conscientização até o apoio e esclarecimentos às vítimas sobre os seus direitos.

MANIFESTO

Gritamos contra o assédio sofrido diariamente por nós, mulheres, no transporte, no trabalho e em todos os lugares em que estamos.

"Se estivessem dentro de casa, não passariam por isso", diriam aqueles que tentam nos responsabilizar pelos abusos que sofremos, mas nem dentro de casa estamos em paz já que inúmeras de nós temos como algozes aqueles que deveriam ser seus companheiros: maridos, pais, tios etc.

Não somos contempladas por uma legislação eficiente que trate o problema como uma questão estrutural e não apenas como casos isolados.

Então gritamos! E seguiremos gritando até que nos ouçam.

Gritamos pelo fim da cultura do estupro. Gritamos pela responsabilização, conscientização e educação dos abusadores. Gritamos por leis que contemplem nossas necessidades. Gritamos por atendimento e suporte para as vítimas. Gritamos por uma sociedade em que possamos existir sem nos culparem e agredirem diariamente por sermos mulheres!

 

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